sexta-feira, 15 de abril de 2011

Video dos Estudantes que Fazem Protesto e exigem o Passe Livre em Campina Grande


Adeildo Vieira e Escurinho anunciam show em parceria


Adeildo Vieira e Escurinho em parceria
Adeildo Vieira e Escurinho em parceria

Um repertório composto por canções inéditas e outras já consagradas pelo público, cantadas em duo pelos músicos Adeildo Vieira e Escurinho, é a proposta do show ‘Dois por Um’, que acontecerá no dia 13 de maio no Teatro Paulo Pontes. A idéia da parceria é uma iniciativa dos próprios artistas, que planejaram, produziram e montaram o show especialmente para essa ocasião.

O evento acontece a partir das 21h, no Teatro Paulo Pontes, localizado no Espaço Cultural. Os ingressos serão vendidos na bilheteria aos preços de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (estudante).
Durante o espetáculo o público presenciará um momento definido por Adeildo Vieira como “uma simbiose”, onde um artista canta a música do outro e vice e versa, ou ainda juntos, num show marcado pela cumplicidade na música e na batalha da produção e difusão da cultura paraibana.
Além disso, conforme explica Escurinho, o show ‘Dois por Um’ é uma oportunidade para que outros artistas conheçam e adotem a idéia do formato de show coletivo, “como ferramenta de interação com outras linguagens e fortalecimento do movimento musical da cidade”.
Para divulgar a parceria, os músicos lançaram um site com informações sobre o evento. Para acompanhar a etapa final da produção os internautas podem também acessar o Twitter oficial do show, @showdoisporum.

Partido governista vive grave crise no Peru

Ao mesmo tempo, a Direção Política convocou um congresso nacional para junho próximo, para reorganizar o partido e renovar a direção. A decisão foi antecipada pelo deputado e membro dessa direção, Mauricio Mulder, que renunciou pelo desastre eleitoral e disse que é o que deveria fazer toda a liderança ante o fracasso sofrido. 

Citou, ao mesmo tempo, o polêmico dirigente e figura emblemática da corrupção atribuídos ao governo, Jorge del Castillo, por sua luta com a candidata presidencial Mercedes Aráoz, que levou à renúncia desta e deixou desconcertada a militância aprista. 

Portanto, "não é surpreendente que as pessoas tenham manifestado a sua preferência por outras correntes políticas e que apenas se tenha conseguido superar a barreira eleitoral graças à mobilização de um núcleo de companheiros de equipe." 

Ele salientou a necessidade de que os líderes assumam suas responsabilidades no fracasso e fixem uma data para o congresso aprista, a fim de reconstruir o velho partido com novos líderes, e anunciou que não tem interesse em ser eleito. 

Quase imediatamente, a Direção Política pôs os cargos de seus membros à disposição do congresso extraordinário, que foi convocado para a primeira quinzena de junho, para avaliar a situação pós-eleitoral e escolher um novo rumo e uma nova Comissão Executiva Nacional. 

Aurelio Pastor, membro da Direção Política concordou que a atual liderança deve dar lugar à renovação. 

Ao pronunciar-se sobre a auto-crítica que todos os líderes do partido deveriam fazer, disse que isso inclui também o presidente García, que deve desempenhar um papel preponderante na reconstrução do partido. 

Pastor admitiu que o governo e o partido incorreram no triunfalismo, o que também contribuiu para a pior derrota eleitoral na história do mais antigo partido do Peru. 

Além de não ter conseguido estabelecer um candidato presidencial, o partido APRA apenas superou o percentual mínimo necessário para manter seu registro oficial eleitoral e conseguiu ter sucesso no estabelecimento de quatro candidatos, de acordo com os resultados oficiais quase completos. 

A direção aprista decidiu, antes das eleições no domingo passado, que sua militância deveria votar no peruano-americano neoliberal candidato Pedro Kuczynski, mas a orientação foi rejeitada por vários setores de dirigentes e militantes e foi desobedecida, pois o postulante recebeu a mesma votação que previam as pesquisas. 

Kuczynski ficou em terceiro e não se classificou para a segunda rodada, que em 5 de junho próximo confrontará o nacionalista Ollanta Humala (32% dos votos no primeiro turno) e a conservadora Keiko Fujimori (23%). 

Fonte: Prensa Latina

Viúvo da Alca, Serra critica parceria entre Brasil e China

Conversão ao neoliberalismo
Convém lembrar, em primeiro lugar, que Serra, acompanhando os passos de seu então chefe, Fernando Henrique Cardoso, renegou na prática e na teoria as ideias de Prebisch e Furtado depois da conversão à direita neoliberal, conforme assinalou em recente entrevista o economista Bresser Pereira. FHC, outrora considerado um homem de centro-esquerda, cometeu uma frase que ficou famosa (“esqueçam o que escrevi!”) para não deixar dúvidas quanto à sua nova religião.

Pois Serra adota a formulação de Prebisch que sugere a divisão do sistema capitalista mundial entre o centro, ocupado pelos países mais ricos e desenvolvidos, e a periferia, constituída pelas nações mais pobres, julgadas subdesenvolvidas ou em vias de desenvolvimento, para concluir que a China caminha para se constituir numa economia central e o Brasil segue descontraído na direção oposta, rumo à periferia.

Estados deixaram de repassar R$ 1,2 bilhão para o Fundeb em 2010


Levantamento aponta pendências em 13 unidades da Federação; Distrito Federal apresenta maior rombo.
 
Doze estados e o Distrito Federal deixaram de aplicar R$ 1,2 bilhão no Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no ano passado. Os recursos do fundo, criado em 2007, devem ser aplicados por estados e municípios na melhoria da qualidade do ensino, incluindo investimento nas estruturas públicas das escolas e no pagamento de professores. O montante é composto por  percentuais de nove impostos e transferências como o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além de uma complementação da União.

Levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela administração do Fundeb, mostra que o Acre, Alagoas, o Amapá, a Bahia, o Espírito Santo, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, o Tocantins, Rondônia e o Distrito Federal repassaram para o fundo menos do que deveriam. O cálculo foi feito pelo FNDE com base na arrecadação desses estados. Vander Oliveira, coordenador-geral do Fundeb, afirma que cabe agora aos órgãos de controle investigar porque os entes federados não aplicaram o valor devido.