sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Secundaristas debatem: A presença da mulher na sociedade, seu papel, conquistas e desafios que ainda vem pela frente.


É na Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (EAPE) em Brasília – Distrito Federal, que está acontecendo desde ontem (01) o 13º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) da UBES.
 Nesse primeiro dia o tema foi o debate misto “O machismo ta lá fora, mas também aqui dentro”.

Eles e Elas ocuparam o auditório da EAPE para discutir o protagonismo da mulher dentro dos espaços políticos e educacionais, secundaristas, técnicos e universitários. Na mesa composta para o debate estavam: Débora Peres – Diretora de Mulheres da UBES, Érika Benemond – diretora de Políticas Públicas para Juventude (PPJ), Camila Moreno – diretora da Assistência Estudantil da UNE, Joana Paroli – Marcha Mundial de Mulheres, Ana Gabriela Fontana do Movimento – Mulheres Olga Benário, Luciana Santos – deputada federal de Pernambuco e vice-presidente do PCdoB.

O debate com os secundaristas além de falar do protagonismo da mulher também abordou as questões sobre os conflitos existentes e que muitas vezes passam despecerbido, como a escolha profissional, ainda tão estigmatizada na sociedade implicitamente; a conotação da imagem da mulher nas letras de música nas quais é tratada como objeto e enquadrada dentro dos padrões de beleza.

O CONEG mostra a participação consciente dos jovens do nosso país, e os secundas não deixaram por menos, durantes o debate as entidades presentes de todas as forças tiveram fala aberta com as opiniões e sugestões diante dos assuntos discutidos. Segundo Débora Peres, diretora de Mulheres da UBES, foram cerca de 15 perguntas com tempo de 3 minutos cada uma, e afirma:

“Esse espaço é importante para nos organizarmos e combater o machismo dentro das escolas, porque mudando a escola a gente muda a sociedade”

Eles puxaram diversas palavras de força, “Se cuida seu machista, a América Latina vai ser toda feminista” e“O movimetno que eu faço tem mulheres em todos os espaços” são algumas delas. Nas salas de debate, nos corredores e nas rodas de conversa se vê um outro perfil de estudante secundarista multiplicadores, se organizando e buscando melhorias para educação e organização social dos jovens do Brasil.

UJS lança movimento "Tenho algo a dizer" ao 39 congresso da UBES


Na manha de hoje, durante os debates do 13 conselho de entidades gerais (CONEG) da UBES, União da Juventude Socialista lançou seu movimento, "Tenho algo a dizer", ao 39 congresso da UBES.
Com muita irreverência e combatividade o movimento secundarista da UJS se desafia a construir a maior mobilização do movimento estudantil ate o final do ano, momento em que ocorrerá a etapa nacional do congresso da ubes.

Depois de construir uma belíssima passeata nas ruas de brasília, pedindo a queda dos juros do Banco Central e mais verbas para educação, o movimento secundarista  "tenho algo a dizer" construirá grandes debates em todas as escolas do Brasil com o objetivo de traçar os rumos do movimento estudantil para o próximo período. São objetivos do movimento "Tenho algo a dizer" intenssificar a luta pelos 10% do PIB para educação, aprovação dos 50% do fundo social do pré-sal para e educação, além de regulamentar o Pronatec que foi aprovado esta semana no congresso nacional e que criará 3 milhões de novas vagas no ensino técnico brasileiro.











Na foto acima Anne Cabral, diretora de movimento estudantil da UJS, afirmou no ato de lançamento da campanha ao  congresso da UBES que "além das bandeiras históricas, o movimento tenho algo a dizer, busca enfrentar outros problemas da escola brasileira, como a violencia que tem atingido alunos e professores, a homofobia que tem feito muitas vitimas dentro das salas de aula". Anne ainda afirmou que " o movimento busca reconciliar a comunidade escolar entorno de um projeto modernizante de educação, que atualize as praticas escolares e que traga de volta ao banco das escolas quase cinco milhões de brasileiros e brasileiras que tiveram de abandonar os estudos para poder trabalhar".
link da música do movimento tenho algo a dizer: http://letras.terra.com.br/marcelo-d2/1331318/

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estudantes lavam a ‘sujeira’ do Banco Central de aumentar juros


“Estudante na rua, qual é sua missão?” 10% do PIB para educação”.
A palavra de ordem foi o mote da manifestação que a UNE e UBES promoveram, nesta quarta-feira (31), em Brasília, encerrando as atividades do Agosto Verde-Amarelo. Os estudantes se concentraram em frente a agência do Banco Central; de lá saíram na Marcha dos Estudantes, percorrendo toda a Esplanada dos Ministérios, até o Congresso Nacional, onde repetiram suas reivindicações.

Um Carro pipa lavou a calçada do Banco Central e alivou calor dos manifestantes.
A irreverência marcou a manifestação em frente ao Banco Central, onde acontece hoje a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que define a taxa básica de juro.

Sob as palavras do presidente da UNE, Daniel Iliescu, de “o Banco Central está sujo, está fedendo, vamos lavar o Banco Central”, uma grande mangueira do carro-pipa estacionado no local foi ligada e lavou a calçada do Banco Central e aliviou o calor dos manifestantes, que estavam sob sol forte e ar seco, típico da cidade nessa época do ano.

A manifestação contra os juros altos e por 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e 50% do fundo social do pré-sal para educação recebeu apoio e solidariedade da dirigente estudantil chilena, Camila Vallejo, e de parlamentares.

Iliescu disse que o recado para a Presidente da República, Dilma Rousseff; o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e para a sociedade brasileira é que os estudantes não vão descansar enquanto não alterar a realidade das escolas públicas do Brasil.

Apoios e solidariedade

“Queremos um país da educação, do trabalho e da produção, não um país que todo mundo vem para especular e ganhar dinheiro”, disse Iliescu, reivindicando a “redução imediata da taxa de juros do país", destacando que essa bandeira de luta recebe apoio das centrais sindicais, movimentos sociais e parlamentares.

O apoio à luta dos estudantes foi manifestada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), que discursaram para os milhares de jovens que se aglomeravam, agitando bandeiras e gritando palavras de orem.

O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que também discursou para os estudantes, criticou a proposta de independência do Banco Central. “Ele deve ser dependente do povo brasileiro, dos estudantes, dos sem-terra, dos interesses de quem produz no Brasil. Ele precisar baixar essa taxa imoral de juro”, afirmou o senador, reafirmado o apoio do PCdoB na luta pelos 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e 50% do fundo social do pré-sal para a educação, além de um Plano Nacional de Educação prá valer.

A estudante chilena, Camila Vallejo, falou em espanhol, mas a barreira da língua não prejudicou a compreensão de sua fala. Os manifestantes responderam com gritos de entusiasmo as palavras de agradecimento ao povo brasileiro pela solidariedade à luta dos estudantes chilenos.

Ela disse que estava no Brasil para trazer a solidariedade dos estudantes chilenos aos brasileiros e que os estudantes da América Latina devem se unir na luta pela garantia de seus direitos para construção de um futuro justo e democrático. Vallejo disse que a luta deve ser pelo fortalecimento da educação pública e contra os privilégios do capital financeiro e da classe política.






Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Deputados e estudantes defendem 10% do PIB para a educação


Investimentos do PNE foram pauta em debate na Câmara, com participação da UNE. 
 
Deputados, estudantes e especialistas defenderam nesta semana a aplicação de pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação no País. Hoje, são investidos na área o equivalente a cerca de 5% do PIB. Um projeto do governo que tramita na Câmara (Plano Nacional de Educação – PL 8035/10) prevê o aumento dessas verbas para 7% até 2020.

UMES paraibana promove Congressos preparativo para CONEG da UBES


Estudantes da cidade de Emas mostram que não nasceram para o silêncio. 
 
11 de agosto é data importantíssima para a nação brasileira: é “Dia do Estudante”. É data para homenagear aqueles que tanto contribuirão para a conquista e aperfeiçoamento da nossa Democracia. Suas contribuições são inegáveis, foram e são importantes e, portanto são dignas de homenagem, no entanto, comemorar tal dia não se faz dentro de casa assistindo televisão ou com um simples feriado: se faz reiterando a afirmação de que os estudantes, a juventude, têm vontade e coragem de ir à luta em defesa de seus direitos e do bem comum.