domingo, 17 de julho de 2011

Assembléia de Jovens Comunistas

Venha participar e Construir um Plano Político para a Juventude de Campina Grande

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lula discursa em congresso da UNE em Goiânia

Além do ex-presidente, CONUNE também foi exaltado pelo ministro Fernando Haddad.
 
O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva compareceu ao 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) para “matar a saudade”, como disse aos estudantes reunidos em Goiânia. Lula admitiu que “não via a hora de falar no microfone”, e exclamou: “Há quanto tempo não faço um discursinho”. Lula reapareceu com seu estilo, alfinetou a oposição e “as elites”, enumerou as conquistas de seu mandato, em especial, na área de educação.

O ex-presidente disse que a imprensa tenta criar animosidade entre ele e Dilma Rousseff ao ressaltar diferenças de estilo de governar. “Não precisa ser especialista para saber que somos diferentes”. Segundo Lula, “o dia em que tiver divergências [com a presidenta], ela vai estar com a razão”. Lula também criticou parte da imprensa que disse que a UNE promoveu um encontro “chapa-branca”, sob o patrocínio de estatais como a Petrobras, Eletrobras, Caixa Econômica Federal, além dos ministérios do Transporte, Turismo, Saúde, Esporte e Educação. A representação estudantil também teve apoio da Prefeitura de Goiânia, do governo de Goiás e da Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

“Na TV tem propaganda de quem?”, perguntou Lula à platéia. “Para eles é democrático, para vocês é chapa branca”, e acrescentou “alguns jornais se acham nacionais, mas os grandes [veículos] de São Paulo não chegam ao ABC”. Segundo Lula, a população sabe que não precisa mais de “intermediários” para ter acesso à informação.

O presidente da UNE, Augusto Chagas, afirmou aos jornalistas que, apesar da presença de Lula, do ministro da Educação, Fernando Haddad, e dos cerca de R$ 3 milhões recebidos do governo, “ainda não contabilizados” para fazer o congresso, a entidade mantém a autonomia em relação ao governo. Na programação do Congresso, uma passeata irá pedir que os royalties da exploração do petróleo na camada do pré-sal sejam investidos em educação e atinjam 10% do Produto Interno Bruto (PIB). O governo trabalha com a projeção de 7%.

Em discurso, Haddad defendeu a UNE. “Algumas pessoas acham que é possível comprar consciência com alguns trocados. Estudantes não se vendem por dinheiro nenhum”, elogiou, antes de dizer que tinha “autoridade para participar de cabeça erguida” do congresso porque o governo manteve um canal aberto com os estudantes para conhecer suas reivindicações. Para o ministro quem não se comove com a ascensão de famílias de origem pobre que agora têm filhos na universidade, “tem que ser diretor do Banco Central”.

Por Agência Brasil.

Jovens saem às ruas de Goiânia em defesa dos 10% do PIB para a educação

Com o mote “Educação tem que ser 10!” a UNE ocupará as ruas de Goiânia com a #marchadosestudantes.

Fortalecendo os movimentos juvenis que têm ocupado as ruas de todo Brasil e com o mote “Educação tem que ser 10!”, a União Nacional dos Estudantes (UNE) e os principais movimentos sociais brasileiros convocam para esta próxima quinta-feira (14), às 15h, a Marcha dos Estudantes (#marchadosestudantes). Será uma grande manifestação pelas ruas de Goiânia e atividade vinculada ao 52º Congresso da UNE, que sairá do Centro de Convenções e irá até a Praça da Universidade, tomando conta da cidade pela defesa incondicional dos 10% do PIB e 50% do fundo social do Pré-sal para a educação.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A democratização da mídia no Congresso da UNE

As últimas semanas foram marcantes para a luta pela democratização da comunicação. Na segunda metade de junho, centenas de blogueiros debateram suas pautas no II Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas. E, na semana passada, o Ministério das Comunicações executou o que desenhava há algum tempo: assinou a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) aos moldes das Teles. Luta de um lado, entreguismo de outro. O que fazer a partir daqui?