Com grande representatividade, os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal da Bahia (UFBa) e da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) realizaram grande ato na manhã desta segunda-feira (13), na reitoria da UFBA.
A irreverência marcou a manifestação da categoria, que portou cartazes sobre a situação da universidade, uma faixa de 12 metros, duas cruzes com as despesas do mês anexadas, e pirulitos com as mensagens contra privatização do Hospital Universitário e da Maternidade Climério de Oliveira, além das bandeiras por melhores condições de trabalho e por mais recursos para a carreira.
A categoria na Bahia acompanha os encaminhamentos dos servidores técnico-administrativos em nível federal. “Hoje, 31 universidades federais em todo o país já estão paradas. E até o próximo fim de semana, serão 40 instituições inseridas no movimento”, ressaltou o coordenador de Organização Sindical da Fasubra Sindical, João Paulo Ribeiro.
Representantes de mais de 20 países da África, América Latina e Europa participam a partir desta segunda-feira (13) do 8º Festival Mundial de Poesia na Venezuela, organizado em 23 estados e no Distrito Federal.
Entre as presenças marcantes, destaca-se o poeta brasileiro Lêdo Ivo. Uma das figuras de maior destaque na moderna literatura brasileira, notadamente na poesia.
O poeta teve romances traduzidos para o inglês, como o “Ninho de Cobras” (1973) e várias coletâneas de seus poemas foram publicadas no México, Peru e na Espanha. Ivo foi eleito em 13 de novembro de 1986 para a Academia Brasileira de Letras.
Segundo o programa previsto até o dia 18 de junho, os venezuelanos terão em todo o país a oportunidade de desfrutar de recitais, saraus, montagens, oficinas e apresentações de livros.
O festival, organizado pelo Ministério de Cultura, terá como figura central o poeta e médico caraquenho Reynaldo Pérez.
Admiradores do gênero da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, França, Jamaica, Quênia, México, Nicarágua, Reino Unido e Uruguai, entre outras nações, formam a lista de convidados, junto a mais de 200 palestrantes locais.
Da Redação, com informações da Prensa Latina
Passados dias de relativo esquecimento dos protestos iniciados com o 15-M por parte dos meios de comunicação, até então mais preocupados em divulgar o resultado das eleições municipais espanholas, o movimento volta a estampar as páginas das principais agências de notícia do país.
Por Fabíola Munhoz, na Carta Maior
Isso acontece quando em mais de 50 cidades da Espanha, como Madrid, Lleida, Vigo, Coruña, Murcia, Zaragoza, Alicante, Valencia y Valladolid, os indignados realizam manifestações frente às prefeituras onde hoje tomam posse os vencedores das últimas votações, a maioria pertencente a partidos de direita.
Em Madrid, os protestos foram reprimidos violentamente pela policía, que impedia o acesso dos manifestantes à Plaza de la Villa, onde fica a sede do governo da capital. Ainda assim, dezenas das cerca de 1000 pessoas que participavam do ato de rebeldia, resistiram sentadas diante do estacionamento da prefeitura, para impedir a saída de veículos oficiais depois do fim da cerimônia, o que aumentou a tensão entre os manifestantes e os agentes da Guarda Urbana.
O episódio acontece depois de outros conflitos violentos nas cidades espanholas de Salamanca, onde, na noite de ontem, cinco integrantes do 15-M foram feridos em confronto com agentes policiais, e Valladolid, em que três jovens indignados foram agredidos por um grupo que, segundo a Polícia Nacional, não faz parte do seu contingente.
Já em Valencia, a manhã da última quinta-feira foi marcada por uma manifestação dos indignados frente ao Parlamento regional, em repúdio ao início da nova legislatura, formada por dez deputados acusados de corrupção. A repressão a esse protesto resultou em 18 feridos e cinco detidos, além de ter gerado outras manifestações solidárias em Barcelona e Madrid.
Na Praça Catalunha, os acampados organizaram uma marcha na tarde da quinta-feira, para chamar a atenção da sociedade aos embates que haviam ocorrido na capital valenciana pela manhã. Simultaneamente, um debate teórico sobre auto-organização e assembléias cidadãs era realizado no centro da praça.
O Governo dos Estados Unidos financia a criação de redes sem fio secretas para facilitar as comunicações de grupos oposicionistas e evitar o controle das autoridades em nações como Irã, Síria e Líbia.
Segundo o jornal The New York Times, o Departamento de Estado e o Pentágono gastaram cerca de US$ 50 milhões para criar também uma rede independente de telefonia móvel no Afeganistão, utilizando como suporte torres de bases militares nesse território.
Washington – informou o jornal –- executa atualmente um projeto intitulado "Internet numa mala", mediante o qual, de forma encoberta, fazem entrar equipamentos num país para depois usá-los num sistema de comunicação sem fio com conexões globais à rede de acordo com seus interesses.
A secretária de Estado Hillary Clinton é uma das defensoras da iniciativa, sustenta o jornal.
Em um discurso na Universidade George Washington em fevereiro passado, Clinton disse que a Casa Branca continuará ajudando "os povos que estejam em um ambiente opressivo com relação à internet" com tecnologia para ludibriar a censura.
Agregou então que os protestos no Egito e Irã, alimentados através do Facebook, Twitter e YouTube, refletem o poder das "tecnologias de conexão como um acelerador da mudança política, social e econômica".
Ainda que distante geograficamente, em dezembro de 2009 foi preso em Cuba Alan Gross, um cidadão estadunidense empregado pela empresa Development Alternative Inc (DAI), contratada da Agência para o Desenvolvimento Internacional.
Gross, com experiências de trabalho em países como Afeganistão, tentou introduzir na nação antilhana equipamentos de transmissão via satélites destinados a criar redes de conexão fora do controle governamental, uma ação similar à denunciada agora pelo Times.
Em março, esse agente foi condenado a 15 anos de prisão em Havana pelo delito de Atos contra a Independência e a Integridade Territorial do Estado cubano.
Fonte: Prensa Latina
Os três dias do 8º Congresso da União Brasileira de Mulheres (UBM) foram marcados por muito debate. Representativo, o congresso contou com a participação de cerca de 400 pessoas em Praia Grande (SP) no último final de semana. Veja as fotos da plenária final e confira a lista das coordenadoras eleitas.
A plenária final aprovou as propostas elaboradas pelos cinco grupos de trabalho, moções e também o manifesto que sintetiza a política resultante do conjunto dos debates ocorridos. A plenária final ocorreu no último domingo (12) e foi marcada por grande contribuição do plenário às resoluções aprovadas, conforme expressam as imagens da galeria do Vermelho: