sábado, 14 de maio de 2011

Paulo Henrique Amorim: o marido de Marina Silva e o contrabando

“Estou no plenário da Câmara. Aldo Rebelo apresentou um novo texto, com novas pegadinhas, minutos antes da votação. Como pode ser votado?!” Este foi o tuiter da blá-bláRina (Marina) Silva.

Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada


Como se sabe, ela hoje não fala nem em nome do Partido Verde. Mas, estava lá na Câmara como vestal amazônica, contra o relatório Rebelo do Código Florestal.

Acusar Rebelo de “contrabandear” um novo texto de Lei é acusação muito grave. Tão grave quanto o contrabando de madeira de que o marido de Marina é acusado.

Pena que Rebelo, como líder do Governo na Câmara , tivesse livrado a cara do marido da blá-blá. Seria interessante ver a urubóloga e o Herval Pereira defenderem a mulher de um acusado de contrabandear madeira.


O que o PT parece não entender ainda é que o verdismo da blá-bláRina não tem substância eleitoral. Aquilo no primeiro turno foi anti-Lula, anti-petismo, anti-Dilma, que pintaram como um fantoche. Pergunta ao Gabeira quantos votos os Verde-americanos têm.

Em tempo: como disse o Rebelo a este ansioso blogueiro: por que o Greenpeace não cria um Código Florestal na terra dele, a Holanda ? E a WWF não cria um código em seu país de origem, os Estados Unidos? O Brasil é o ÚNICO que tem Código Florestal. E os verde-americanos querem transformá-lo em instrumento de restrição à melhor agricultura do mundo. (É a brasileira, prezada urubóloga…).




Como se sabe, na derrotada campanha de 2010, os cripto-cerristas encheram a bola da blá-blá. E a envolveram de floresta amazônica e aborto.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Professores protestam pelo piso salarial

Profisisonais cobram aplicação do piso nacional do magistério após decisão favorável do Supremo. 
 
A última quarta-feira foi de protestos e mobilizações de professores em todo o país. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) convocou uma paralisação nacional pelo cumprimento do piso do magistério. A lei que havia sido questionada na Justiça foi declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A partir da decisão do Supremo, nenhum professor de escola pública pode receber menos do que R$ 1.187,14 por uma jornada semanal de 40 horas, mas os municípios argumentam que não terão recursos para pagar o estipulado pela lei.

“Os prefeitos choram muito. Eu nunca vi nenhuma prefeitura ir à falência porque investiu muito em educação, porque construiu mais escola. Eu vejo problema com o desvio de verba do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica], da merenda escolar, do transporte escolar”, disse Roberto Leão, presidente da CNTE.

Como parte da mobilização, os professores também participaram da primeira audiência pública para discutir o novo Plano Nacional de Educação (PNE) que tramita na Câmara dos Deputados. O projeto vai estabelecer 20 metas que devem ser alcançadas pelo país na próxima década, dentre elas o aumento do investimento público em educação.

O projeto de lei elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) prevê que o investimento chegue a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2020. Mas entidades como a CNTE, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação defendem que esse patamar seja alterado para 10%. Outra crítica é a de que o projeto não traz com clareza quais são as responsabilidades de cada ente federado e quem vai “pagar a conta” para que as metas de melhoria da qualidade do ensino sejam atingidas.

“O financiamento precisa ser proporcional. Hoje os municípios atendem um número maior de matrículas do que os estados e ficam com a menor parte dos recursos”, defendeu a presidenta da Undime, Cleuza Repulho.

Estão previstas ainda 25 audiências públicas para debater o PNE em diferentes estados. A previsão do deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), presidente da comissão especial criada para discutir a matéria, é que o plano seja aprovado na Câmara dos Deputados até novembro.

Por Agência Brasil.

O dia que durou 21 anos, o golpe de 64 como você nunca viu

 O dia que durou 21 anos foi escrito e dirigido por Camilo Tavares e narrado pelo jornalista Flávio Marques, que também assina o roteiro.  O documentário é uma co-produção da TV Brasil com a Pequi Filmes e resgata a história do golpe militar de 1964, desnuda os bastidores e a participação dos Estados Unidos na empreitada.



Geraldo Vandré quarenta anos de isolamento

Depois de quatro décadas de isolamento, o cantor e compositor Geraldo Vandré, que se transformou em um dos maiores enigmas da MPB, resolve finalmente quebrar o silêncio. 

 

 Autor de clássicos como "Disparada" e "Pra Não Dizer que Falei das Flores" – transformada em hino de manifestações contra a ditadura militar – Vandré deu uma entrevista ao repórter Geneton Moraes Neto no dia em que completava 75 anos de idade. Desde que voltou do exílio, no segundo semestre de 1973, ele não falava para a televisão.


Venezuela e Equador rebatem campanha de difamação

Os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e do Equador, Rafael Correa, disseram que estão sendo vítimas de uma campanha para desmoralizá-los perante a comunidade internacional com a divulgação de notícias sobre uma suposta ligação dos dois com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). As informações foram divulgadas na terça-feira (10) pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) de Londres.