quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Plenária da UJS Campina Grande

Após ter derrotado a direita nas urnas, não podemos parar as mobilizações e debates para o avanço do nosso país. Nesse sentido a UJS segue com o debate pela Reforma Política e na luta por mais direitos para a juventude.
Venha para a nossa Plenária, participe da maior Juventude organizada do Brasil!
Se você, como dizia o jovem revolucionário Che Guevara, ”é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros!” e é nas fileiras da UJS que você precisa se organizar para desorganizar essa ordem capitalista.

Quando? 22 de Novembro
Onde ? Sindicato dos Bancários ( Rua Venâncio Neiva, 187. Centro)
Horas? A Partir das 10:00

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

SabaDilma em Campina Grande

Vamos lá galera da UJS! Sábado teremos um grande momento de juntos com os demais movimentos sociais da cidade reafirmar que Dilma é o melhor para a juventude e para o Brasil. Temos mais de 30 anos de história, nunca estivemos do lado que não fosse o do povo brasileiro. Estar com Dilma Rousseff é estar do lado do povo brasileiro! Vamos cantar, pular, e com muitas cores e alegria vamos afirmar, em time que está avançando não se mexe!
Tarda, tarda, tarda mas não falha! Aqui está presente a Juventude do Araguaia!!




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

UEPB com Dilma

Na Universidade Estadual da Paraíba os estudantes disseram sim ao avanço. Reconhecem e aprovam o governo que mais criou vagas no ensino superior e técnico. vai ter 10% do PIB pra Educação, Vai ter Reforma Política, Vai ter vaga, vai ter ensino superior, vai ter Ciências sem Fronteiras, Vai ter Dilma Presidenta!!!!!




CCBS UFCG com Dilma

Departamento de psicologia da UFCG tá com Dilma por mais vagas nas universidades públicas. Vai ter psicologia, vai ter vaga, vai ter ensino público. ‪#‎FaceDaDilma‬


As donas de casa, os trabalhadores e o machismo de Aécio Neves

Imagine uma família composta por um homem, uma mulher e três crianças. Nesta família o marido acorda cedo e sua esposa já está de pé preparando o café da manhã, ele se alimenta para mais um cansativo dia de trabalho. A mulher prepara as crianças para a escola e cuida dos afazeres domésticos enquanto espera a volta do “chefe” da família. Esta cena poderia fazer parte de uma narrativa do século passado, mas é visão contemporânea do presidenciável Aécio Neves.
As donas de casa e os trabalhadores, assim é a sociedade onde Aécio Neves vive. Ele não poupou machismo ao se referir às mulheres durante os dois debates que aconteceram recentemente em função do segundo turno das eleições, um na TV Bandeirantes outro na SBT.

Ato Campina Grande com Dilma

A Militância saiu as ruas, foi de livre e espontânea vontade. Dia 20 de Outubro de 2014, esse dia ficou marcado como o dia que Campina Grande disse sim aos avanços sociais e disse não ao retrocesso do PSDB. 





A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.
Eduardo Galeano 

Fotos de Gilliard


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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Campina Coração Valente (dia 20 de Outubro)



UJS intensifica mobilização "Dilma Coração Valente"


Nesta reta final de campanha presidencial a Juventude não pode ficar de braços cruzados, as vitórias populares sempre vieram as custas de muita luta, não seria diferente nestas eleições. Os  ataques da mídia a candidata Dilma Rousseff são incessantes, eles tem do seu lado a grande mídia, nós temos a militância. A Juventude está dando um recado bem claro ao candidato Aécio, "não queremos retroceder". 




A UJS caminhou todo o momento ao lado da candidatura de Dilma, nesta reta final irá intensificar sua militância para garantir a vitória do povo e dizer não ao retrocesso. Em Campina Grande a UJS construiu um calendário de mobilizações, ontem a atividade foi na UEPB, a distribuição de material e o debate produzido foi bem recepcionado pelos estudantes. Se liga na agenda!


Calendário de atividades pró-Dilma
Dia 17, sexta-feira (adesivagem e panfletagem)
Local: UFCG
Horário: 14 horas.
Dia 20, Segunda-feira (Dia D Campina com Dilma)
Local: Praça da bandeira
Horário: 16 horas
Dia 21, terça-feira (adesivagem e panfletagem)
Local: CCBS-UFCG
Horário: 18 horas
Dia 22, Quarta-feira ( UEPB com Dilma)
Local: UEPB
Horário: 18 horas.




terça-feira, 23 de setembro de 2014

UJS: 30 anos em defesa do Brasil, da juventude e do Socialismo



Os generais ainda ocupavam o poder quando, em 22 setembro de 1984, jovens de todas as regiões se reuniram na Assembleia Legislativa de São Paulo para fundar a União da Juventude Socialista, uma atitude bastante ousada para um período em que a repressão da ditadura militar ainda insistia em dar seus sopros de vida.
Hoje completamos 30 anos dessa data! 3 décadas defendendo o Brasil!
A UJS já nasceu em meio à luta. Nas ruas, a campanha das “Diretas Já” havia dado o recado à ditadura: queremos eleger o presidente do Brasil! E com a reconquista da democracia, viria o desafio de assegurar uma Constituição democrática e que ampliasse os direitos da juventude. Foi aí que a UJS lançou a campanha em defesa do voto aos 16 anos, que foi ganhando corpo e conquistando apoios importantes ao ponto de sagrar-se vitoriosa.
A partir daí, em todas as lutas da juventude e do povo brasileiro, lá estavam presentes as bandeiras da UJS. A entidade cumpriu papel protagonista no movimento dos “Caras Pintadas”, que botou pra fora o presidente Fernando Collor. Também resistiu à tentativa de FHC em leiloar o nosso país durante os anos de seu governo neoliberal, participou ativamente da campanha que elegeu Lula, o primeiro trabalhador presidente do Brasil e também liderou o suporte para conter as tentativas de desestabilização por conta da mídia opositora em 2005 e assim segue até os dias atuais na luta pelo aprofundamento do governo democrático brasileiro e na defesa contra os ataques da oposição conservadora e pró-imperialista.
São muitas as lutas travadas e vencidas pela entidade.
A lista de conquistas é extensa e o importante é a certeza de que seguiremos lutando!
Em 2014, ano em que realizou seu 17º Congresso que mobilizou cerca de 500 mil jovens pelo país, a UJS completa 30 anos de história e a luta é por mudanças mais profundas, comemorando os avanços da última década, mas cientes de que o Brasil ainda precisa avançar, combater suas desigualdades e, com alegria, ousadia e rebeldia, construir o Socialismo verde e amarelo, com a nossa cara!
Fonte: ujs.org.br

domingo, 24 de agosto de 2014

1° Encontro de Grêmios da Paraíba



Atenção estudantes secundaristas, vem ai o 1° Encontro de Grêmios da Paraíba. Venha participar, mobilize sua escola, venha construir o movimento estudantil! Teremos transporte, alojamento e alimentação. 

Informações: www.facebook.com/UJS.CG
Twitter: @ujs_cg


quinta-feira, 24 de julho de 2014

UJS Campina Grande realiza Curso de Formação

No Ultimo final de semana foi realizado o Curso de Formação Politica Nível 1, organizado pela UJS- CG. O encontro contou com a participação vários jovens para debater o atual cenário da nossa juventude. 

Firmamos ainda mais o grande caminho que temos a percorrer para construirmos cidades mais humanas, termos uma educação publica, gratuita e de qualidade, pela democratização da mídia, por uma reforma politica que represente de fato as camadas populares e sem duvida nenhuma continuar avançando nas mudanças do Brasil, fortalecendo o projeto nacional que vem sendo aplicado pelos governos Lula e Dilma, temos a consciência que é preciso avançar mais no combater as desigualdades sociais e fortalecer a luta na América Latina contra o imperialismo. 

Te Cuida Imperialista, América Latina vai ser toda Socialista!






segunda-feira, 30 de junho de 2014

Vitória da Juventude: Presidenta Dilma Rousseff sanciona o PNE sem vetos

A presidenta Dilma Rousseff sancionou na quarta-feira (25) o Plano Nacional de Educação (PNE), sem vetos. A lei foi na quinta (26) em edição extra do “Diário Oficial da União”. O PNE foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 03 de junho. Sua principal meta, muito defendida pelo movimento estudantil, é o investimento de 10% do PIB na educação do país.
“O #PNE permite ampliar essas oportunidades, partindo da educação infantil, passando pela educação em tempo integral, o crescimento das matrículas da educação profissional e tecnológica, a ampliação do acesso à educação superior. (…) P/ isso serão muito importantes a valorização dos professores e o aumento dos investimentos em educação”, declarou na quinta-feira a presidenta na sua conta do Twitter.
O PNE possui 20 metas e 253 estratégias, com mecanismo de controle e fiscalização social. Ele também exige a implementação do CAQi (Custo aluno qualidade inicial), referente a um padrão mínimo de qualidade de ensino, suas metas seguem o modelo estabelecido em 2007 com a criação do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
Atualmente são investidos 5,3% do PIB na educação, o PNE define o aumento progressivo dessa porcentagem até chegar em 10% em 2024. Esse investimento será usado no enfrentamento do problema do analfabetismo no Brasil e da qualidade da educação básica, na valorização do professor e na expansão da rede superior de ensino.
Pelo texto aprovado, os recursos previstos no PNE também poderão ser utilizados no Programa Universidade para Todos (ProUni), que dá isenção fiscal a escolas e faculdades privadas que concedem bolsas de estudo; bem como no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e no Ciência Sem Fronteiras.
Agora estados e municípios terão prazo de um ano para elaborar seus respectivos planos de educação.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Leonardo Boff: Quem envergonhou o Brasil aqui e lá fora?

Pertence à cultura popular do futebol a vaia a certos jogadores, a juízes e eventualmente a alguma autoridade presente. Insultos e xingamentos com linguagem de baixo calão que sequer crianças podem ouvir é coisa inaudita no futebol do Brasil. Foram dirigidos à mais alta autoridade do pais, à Presidenta Dilma Rousseff, retraída nos fundos da arquibancada oficial.

Esses insultos vergonhosos só podiam vir de um tipo de gente que ainda têm visibilidade do pais, “gente branquíssima e de classe A, com falta de educação e sexista’ como comentou a socióloga do Centro Feminista de Estudos, Ana Thurler.
Quem conhece um pouco a história do Brasil ou quem leu Gilberto Freyre, José Honório Rodrigues ou Sérgio Buarque de Hollanda sabe logo identificar tais grupos. São setores de nossa elite, dos mais conservadores do mundo e retardatários no processo civilizatório mundial, como costumava enfatizar Darcy Ribeiro, setores que por 500 anos ocuparam o espaço do Estado e dele se beneficiaram a mais não poder, negando direitos cidadãos para garantir privilégios corporativos. Estes grupos não conseguiram ainda se livrar da Casa Grande que a tem entrenhada na cabeça e nunca esqueceram o pelourinho onde eram flagelados escravos negros. Não apenas a boca é suja; esta é suja porque sua mente é suja. São velhistas e pensam ainda dentro dos velhos paradigmas do passado quando viviam no luxo e no consumo conspícuo como no tempo dos príncipes renascentistas.
Na linguagem dura de nosso maior historiador mulato Capistrano de Abreu, grande parte da elite sempre “capou e recapou, sangrou e ressangrou” o povo brasileiro. E continua fazendo. Sem qualquer senso de limite e por isso, arrogante, pensa que pode dizer os palavrões que quiser e desrespeitar qualquer autoridade.
O que ocorreu revelou aos demais brasileiros e ao mundo que tipo de tipo de lideranças temos ainda no Brasil. Envergonharam-nos aqui e lá fora. Ignorante, sem educação e descarado não é o povo, como costumam pensar e dizer. Descarado, sem educação e ignorante é o grupo que pensa e diz isso do povo. São setores em sua grande maioria rentistas que vivem da especulação financeira e que mantém milhões e milhões de dólares fora do país, em bancos estrangeiros ou em paraísos fiscais.
Bem disse a Presidenta Dilma: “o povo não reage assim; é civilizado e extremamente generoso e educado”. Ele pode vaiar e muito. Mas não insulta com linguagem xula e machista a uma mulher, exatamente aquela que ocupa a mais alta representação do país. Com serenidade e senso de soberania pessoal deu a estes incivilizados uma respota de cunho pessoal:”Suportei agressões físicas quase insuportáveis e nada me tirou do rumo”. Referia-se às suas torturas sofridas dos agentes do Estado de terror que se havia instalado no Brasil a partir de 1968. O pronunciamento que fez posteriormente na TV mostrou que nada a tira do rumo nem a abala porque vive de outros valores e pretende estar à altura da grandeza de nosso país.
Esse fato vergonhoso recebeu a repulsa da maioria dos analistas e dos que sairam a público para se manfiestar. Lamentável, entretanto, foi a reação dos dois candidatos a substitui-la no cargo de Presidente. Praticamente usaram as mesmas expressões, na linha dos grupos embrutecidos:”Ela colhe o que plantou”. Ou o outro deu a entender que fez por merecer os insultos que recebeu. Só espíritos tacanhos e faltos de senso de dignidade podiam reagir desta forma. E estes se apresentam como aqueles que querem definir os destinos do país. E logo com este espírito! Estamos fartos de lideranças medíocres que quais galinhas continuam ciscando o chão, incapazes de erguer o voo alto das águias que merecemos e que tenham a grandeza proporcional ao tamanho de nosso país.
Um amigo de Munique que sabe bem o portugues, perplexo com os insultos comentou:”nem no tempo do nazismo se insultavam desta forma as autoridades”. É que ele talvez não sabe de que pré-história nós viemos e que tipo de setores elitistas ainda dominam e que de forma prepotente se mostram e se fazem ouvir. São eles os principais agentes que nos mantém no subdesenvolvimento social, cultural e ético. Fazem-nos passar uma vergonha que, realmente, não merecemos.
Leonardo Boff professor emérito de Etica e escritor
Do site do autor.

Jovens socialistas na luta pela emancipação das mulheres brasileiras


O 9º Congresso da União Brasileira de Mulheres (UBM) escolheu sua nova direção e teve um aumento significativo de participação de jovens mulheres. Com o tema “Mais democracia e poder político para as mulheres e o Brasil avançar” a UBM decidiu apoiar a reeleição da presidenta da Dilma Rousseff e estabeleceu as ações e objetivos para essa nova etapa.
De acordo com a diretora de Jovens Mulheres da UJS e uma das coordenadoras da UBM, Maria das Neves, o crescimento de jovens se mobilizando por meio da luta pela emancipação das mulheres está ligado a essência desse movimento. “Não há nada mais radical que o feminismo, que mudar profundamente as estruturas do patriarcado. Esse sentimento dialoga com as jovens mulheres que foram as ruas em junho, ousaram nas Marchas das Vadias por todo o Brasil, resignificando os estigmas utilizados pelo machismo”, disse.
A atração de mais jovens para o movimento tende a ser, segundo Maria, a principal consequência que as jovens mulheres irão acrescentar. “A UJS tem a ação e acredita que a UBM possui a teoria feminista mais acertada para a juventude. Essa unidade só pode gerar mais jovens feministas em nossas fileiras”, completou.
Para a nova presidenta da UBM, Lúcia Rincon, o crescimento da participação de jovens nesse congresso da UBM é resultado do trabalho da UJS em mobilizar as jovens na sua direção, aumentando o número de dirigentes mulheres. “As jovens socialistas colocam de forma destemida os problemas da juventude e apontam novas soluções e perspectivas de forma combativa e ousada”, destacou.
A capacidade que a juventude tem de expressar as bandeiras de lutas do movimento de mulheres de formas variadas é apontada, para ambas, como um diferencial para o novo período. A ação por meio do movimento hip hop, na redes sociais e em outras vertentes deve ser bastante explorado em função dessa peculiaridade.
As mulheres reforçam a luta pelas reformas democráticas
A sub-representação das mulheres nos espaços de poder e a necessidade de uma Reforma Política democrática foi um dos principais apontamentos debatidos no Congresso da UBM. “A Reforma Política é bandeira central para a UBM e UJS. No próximo período vamos fazer uma grande campanha conjunta para contagiar as jovens mulheres”, declarou Maria.
O destaque a outra reforma estruturante, a democratização dos meios de comunicação, não passou despercebido no Congresso. Segundo Lúcia e Maria, essa é uma luta estratégica em função das concessões públicas de rádio e TV serem utilizados pela mídia privada para reproduzir estereótipos machistas.
Apesar dos avanços nos últimos 12 anos de governos progressistas, o movimento entende que ainda faltam muitas conquistas. “A juventude está nas redes, nas ruas e estará nas urnas construindo um novo Brasil nas próximas eleições. Essa geração não se sente representada por Bolsonaro e Feliciano, por exemplo. E, para disputar a consciência da população construiremos núcleos da UBM nas escolas, universidades, nos bairros e nas fábricas. Devemos estar onde as jovens mulheres estão. Debatendo, mobilizando e conquistando mais coração e mentes para a luta feminista!”, conclui Maria das Neves.

Quem tem medo do povo? – Por Dandara Lima


decreto nº 8.243/2014 causou a ira de setores conservadores, que vem a soberania popular apenas como direito ao voto. O principal jornalista representante desse setor correu para rotulá-lo como “a instalação da ditadura petista por decreto”, no seu blog e um dos maiores jornais do país destacou em seu editorial que “a participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos”.
Os revoltosos consideram confuso o trecho “atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil”. Mas afinal por que temem a participação popular? Nossa elite tem medo de ser obrigada a dividir ainda mais seus privilégios, primeiro invadiram suas universidades, depois seus aeroportos e agora discutem educação para uma cidadania ativa.
O decreto institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), que determina em suas diretrizes gerais o reconhecimento da participação social como direito do cidadão e a expansão da sua autonomia, educação para a cidade ativa, direito à informação, entre outros.
Entre seus objetivos se destacam o incentivo ao uso e ao desenvolvimento de metodologias que incorporem múltiplas formas de expressão e linguagens de participação social, por meio da internet, com a adoção de tecnologias livres de comunicação e informação, e o desenvolvimento de mecanismo de participação social acessíveis aos grupos sociais historicamente excluídos.
Ele consolida a participação social como método de governo e fortalece instâncias como os conselhos e as conferências. No entanto, parlamentares contrários já se organizaram para derrubar a Política Nacional de Participação Social. Em contrapartida, juristas e acadêmicos lançaram pela internet um manifesto em defesa do PNPS e SNPS.
A reação contrária ao decreto nº 8.243/2014 só deixou claro para quem os setores conservadores governam (e insistem em defender “medidas impopulares” como plano de governo).

Fonte: ujs.org.br

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Coordenador Geral do DCE -UEPB: não podemos deixar a UEPB em colapso!

Aconteceu hoje a tarde uma Sessão na Assembléia Legislativa da Paraíba para discutir a atual situação financeira da UEPB, onde a mesma passa por um arrocho financeiro nunca visto desde a Lei da Autonomia,  só para se ter uma ideia, o orçamento para manutenção e custeio caiu mais de 9 Milhões em 2014. 
Em sua fala o  Coordenador geral do DCE-UEPB, ressaltou que "A nossa autonomia vem sendo quebrada a algum tempo, nós estudantes não podemos deixar isso acontecer (...) o governo tem de estar ciente em subsidiar a UEPB, a UEPB é do povo paraibano.. o crescimento e a interiorização da UEPB é importante sim! O filho do pedreiro pode ser doutor!"


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Uruguai: após regulação da maconha, mortes por tráfico chegam a zero

A afirmação é do secretário nacional de drogas do Uruguai, que participou nesta segunda-feira (2) de debate na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado
Nesta segunda-feira (2), durante debates na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado a respeito de regulamentação da maconha para uso recreativo, medicinal e industrial, o secretário nacional de drogas do Uruguai, Julio Heriberto Calzada, afirmou que seu país – o único no mundo a legalizar o cultivo, a comercialização e distribuição da maconha – conseguiu reduzir a zero o número de mortes ligadas ao uso e ao comércio da droga. A legalização foi decretada pelo presidente José Mujica há menos de um mês.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

América Latina: políticas sociais mudaram a cara da sociedade


Cidade do México - Nas últimas décadas, países da América Latina e outras regiões em desenvolvimento têm alcançado avanços impressionantes em desenvolvimento humano, tirando centenas de milhões de pessoas da pobreza e possibilitando o surgimento de bilhões a uma nova classe média global, afirma o Informe de Desenvolvimento Humano 2013, lançado na Cidade do México pela diretora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Helen Clark, e o presidente do México, Enrique Peña Nieto.
O IDH 2013, intitulado "A ascensão do Sul: progresso humano num mundo diverso", analisa mais de 40 países em desenvolvimento, que chamam "o Sul", e que têm conseguido um rápido avanço no desenvolvimento humano nos últimos anos. O Índice elogia os programas sociais inovadores aplicados na América Latina, em particular aqueles dirigidos a reduzir a pobreza e as desigualdades históricas, como o "Oportunidades" do México e o "Bolsa Família" do Brasil.
"O desenvolvimento econômico por si só não leva automaticamente a avanços no campo do desenvolvimento humano", aponta Helen Clark, no prólogo do informativo. "As políticas dirigidas aos pobres e os investimentos significativos nas capacidades das pessoas, focadas na educação, alimentação e saúde, além de formação profissional, podem ampliar o acesso a um trabalho digno e ajuda a progredir de maneira consistente".
"A ascensão do Sul é um dos feitos mais notáveis do novo cenário mundial", disse Heraldo Muñoz, diretor do Pnud para América Latina e Caribe. "Entre 40 países de diversas regiões ao redor do mundo, o índice deste ano destaca a América Latina, especialmente Brasil, Chile e México, considerados pioneiros nos três motores do desenvolvimento: maior proatividade do Estado nas políticas de desenvolvimento, maior integração com os mercados globais, e sobretudo inovação exemplar nas políticas sociais"
No Brasil, por exemplo, a porcentagem da população que vive com menos de 1,25 dólar/dia caiu de 17,2% para 6,1% entre 1990 e 2009. O país tem alcançado quatro de seus oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio antes do prazo estabelecido para 2015 e está em bom caminho para atingir os outros quatro a tempo.
Para 2030, América Latina e o Caribe serão o lar de um de cada dez membros de uma classe média global emergente. Bilhões de pessoas de todo o mundo estão cada vez mais formados, socialmente comprometidos e internacionalmente interconectados. Quatro dos cinco países com o maior número de usuários no Facebook encontram-se no “Sul”: Brasil, Índia, Indonésia e México.
Segundo o informe, o crescimento da América Latina tem sido liderado por estados fortes que tem experimentado uma integração gradual e sequencial na economia mundial. Enquanto o Brasil seguiu experimentando estratégias econômicas dirigidas ao mercado interno, as empresas nacionais também foram incentivadas a exportar e competir mundialmente.
A empresa brasileira Embraer, por exemplo, é agora a principal produtora mundial de aeronaves de médio porte. Chile fomentou o investimento em setores nos quais o país já contava com uma vantagem comparativa, como o vinho, produtos madereiros e aquicultura, que posteriormente impulsionaria o emprego no sul rural do país.
A inovação nos programas sociais também é outra característica dos estados que tem tido tal evolução positiva, segundo conclui o informe. "O ascensão do Sul está dando lugar a uma agenda social e de redução da pobreza mais ampla, entende-se que as políticas para resolver as desigualdades, as falhas institucionais, as barreiras sociais e a vulnerabilidade das pessoas são tão importantes quanto a promoção do crescimento econômico", diz o informe.
Os conhecidos programas de distribuição condicionada de dinheiro da América Latina, como o Bolsa Família do Brasil, Oportunidades no México e Chile Solidário, por exemplo, têm contribuído para estimular uma distribuição mais equitativa das oportunidades socioeconômicas. Os programas de distribuição estão delineados para aumentar a renda das pessoas e seu acesso à saúde e educação, e tal distribuição é feita mediante troca de alguns pontos como ajudar um centro de saúde e dar assistência a uma escola.
Estes programas custam menos que 1% do PIB. Os êxitos na política social da América Latina estão se emulando cada vez mais em outras regiões. O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, viajou até o México para estudar o programa "Oportunidades" antes de lançar o "Opportunity NYC: Family Rewards", o primeiro programa de distribuição de renda dos EUA.
"Enquanto estávamos desenhando o Family Rewards, baseamo-nos nas lições aprendidas no Brasil, México, e outra dezena de países", aponta Bloomberg no Informe de 2012 sobre o Desenvolvimento Humano. "Ninguém tem o monopólio das boas ideias".

terça-feira, 27 de maio de 2014

UNE e UBES na Pressão: PNE pode ser votado hoje



Depois de semana intensa de mobilização o Plano Nacional de Educação deve ser finalmente aprovado

Nesta terça-feira (27/05), a UNE e a UBES e demais entidades educacionais mobilizaram dezenas de estudantes que ocuparam o Hall da Taquigrafia da Câmara dos Deputados para pressionar os deputados a colocar em votação o Projeto de Lei 8.035/10 que trata do PNE (Plano Nacional de Educação). Esta é a penúltima fase do projeto, depois do plenário ele só precisa da sanção presidencial para entrar em vigor.

Entre outras determinações o texto do PNE prevê o financiamento de 10% do PIB para a educação, uma bandeira histórica da UNE.